Infertilidade: DIU

Existem várias formas de prevenir uma gravidez. Uma delas é o uso do DIU (Dispositivo Intra Uterino). Se trata de uma pequena haste que é colocada no interior da cavidade uterina através de um cateter com o auxilio do espéculo vaginal. O procedimento relativamente simples e pode ser feito no consultório mesmo.

Ambos impedem a penetração e passagem dos espermatozoides, não permitindo seu encontro com o óvulo. A grande diferença é que o DIU medicado tem hormônio (progesterona) sendo liberado continuamente o que leva há um bloqueio da menstruação em 80% das vezes. Esse efeito traz uma liberdade grande a mulher.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o DIU de cobre tem 0,7% de chance.

O Mirena tem 0,2% de chance de gravidez (OMS).

Essa é uma pergunta complexa. Em cada Mirena contém 52 mg de levonorgestrel e apresenta taxa inicial de liberação de 20 mcg/24h.Um contraceptivo oral pode ter doses diferentes da mesma progesterona. Porém, para usar um bem comum cada comprimido diário tem 0,1 mg de levonogeestrel.

O efeito mais desagradável do uso do DIU de Cobre é o aumento do volume da e das cólicas menstruais. Pode haver ainda aumento de infecções vaginais e perfuração do útero na inserção, mas são bem raros.

Pode haver um leve aumento de peso e quando não leva a suspensão da menstruação uma desregulação do ciclo menstrual (spotting). Além de ua maior dificuldade de inserção pelo seu calibre maior.

É bem mais barato que o DIU de liberação hormonal; O Mirena precisa ser trocado a cada 5 anos o de cobre 10 anos; Como não há hormônios não interferência no humor, peso ou diminuição da libido.

Método que suspende a menstruação em 80% das mulheres; Pode ser usado em mulheres em transição menopausal com necessidade de terapia de reposição hormonal como forma de proteger de câncer de útero (até 65 anos); Pode ser uma alternativa ao tratamento paliativo das cólicas da endometriose; Menor chance de gravidez se comparado com o DIU de Cobre.

A maior desvantagem é o aumento do fluxo menstrual e das cólicas menstruais.

Seu custo mais elevado que o DIU de cobre; seus hormônios que podem causar pequeno aumento de peso; sua inserção que pode ser mais trabalhosa.

O DIU de cobre não interfere na menstruação (datas), pois não interfere com a ovulação. Apenas no volume e cólica da menstruação.

A ovulação não é modificada com o Mirena. Contudo em uma imensa maioria de usuárias há suspensão ou mesmo pequeno sangramento com seu uso.

O DIU é indicado para qualquer mulher maior de 14 anos, sexualmente ativa; sem riscos aumentados para doenças inflamatórias pélvicas. De uma forma geral o publico sãod e mulheres com filhos que desejam comodidade no método contraceptivo.

Além das indicação do DIU para mulheres com sintomas de endometriose e mulheres em transição menopausal.

O DIU é contraindicado para meninas menores de 14 anos, com má-formação no útero, com sangramentos anômalos e com infecção pélvica aguda – nesse caso, devem tratar o problema antes do usar o método.

Gravidez; doença inflamatória pélvica atual ou recorrente (infecção dos órgãos reprodutores femininos); infecção do trato genital inferior; Em caso de suspeita de câncer do colo do útero ou do útero; tumores dependente de progestogênio; sangramento vaginal anormal não-diagnosticado; doença hepática (do fígado) ou tumor hepático (do fígado); ou hipersensibilidade (alergia) ao levonorgestrel.

A inserção do DIU é bastante simples. Da mesma forma que um exame ginecológico se coloca um espéculo vaginal e se identifica o colo do útero. Com uma pinça se traciona o colo do útero via o orifício do colo do útero se insere uma canula fina com o DIU.

Sim. Pode ser em qualquer dia do ciclo menstrual, desde que excluída gravidez, no pós-parto ou pós-abortamento.

Não. O DIU não é percebido pela mulher.

O DIU de Cobre até 10 anos e o Mirena 5 anos.

A adaptação vai variar muito entre as usuárias, mas de uma forma geral o método é muito bem aceito.

Os ciclos menstruais são compostos de oscilações hormonais naturais a cada etapa da ovulação. Durante a fase lutea (onde há a fixação do embrião e maior ação da progesterona) é comum maior retenção de liquido e inchaço. Usando DIU (principalmente o não medicado) continuará existindo ovulação e esses sintomas.

A colocação do DIU é mais fácil durante a menstruação. Nesse período se tem certeza que a mulher não esta gravida. Outra vantagem é que o colo do útero fica um pouco mais dilatado, facilitando a colocação do DIU. Mas, se tiver certeza da não gravidez pode ser em qualquer período.

Após a retirada do DIU a mulher retoma sua fertilidade de imediato e já para começar a tentar engravidar. Não há necessidade de esperar nenhum prazo.

Nenhuma medicação diminui o efeito contraceptivo do DIU de cobre. No caso do DIU hormonal este pode sofrer alterações de antiepiléticos (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina), antituberculostáticos (rifampicina), antirretrovirais (ritonavir ou nevirapina), antibióticos (por exemplo, rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz). Como o mecanismo do DIU medicado (levonorgestrel) é principalmente local, acredita-se que a interação medicamentosa não seja de grande importância para a eficácia contraceptiva do endoceptivo.

Qualquer casal tem algo como 50% de chance de engravidar após a suspensãod e qualquer método contraceptivo, chegando a 85% em 6 meses. Assim, se não houver impedimentos a gestação everá ocorrer em curto espaço de tempo.

Sim. O método tem 99% de sucesso em contracepção (Índice de Pearl), contudo é muito raro.

Quando a gravidez acontece, é mais fácil de identificar quando o DIU é de cobre, pois nestes casos a menstruação, que continua descendo, fica atrasada. Já no DIU Mirena, por exemplo, como não existe menstruação, a mulher pode demorar até aos primeiros sintomas de gravidez para desconfiar que está grávida.

Após 10 anos para o DIU de cobre e 5 anos para o medicado a sua eficiência começa a cair e as chances de gravidez aumentam.

Não há relação entre o uso do DIU e dificuldade em emagrecer. Memso o hormonal não há relatos sobre isso.

Método que suspende a menstruação em 80% das mulheres; Pode ser usado em mulheres em transição menopausal com necessidade de terapia de reposição hormonal como forma de proteger de câncer de útero (até 65 anos); Pode ser uma alternativa ao tratamento paliativo das cólicas da endometriose; Menor chance de gravidez se comparado com o DIU de Cobre. Quanto a riscos não são relevantes. Existem contra indicações: Gravidez; doença inflamatória pélvica atual ou recorrente (infecção dos órgãos reprodutores femininos); infecção do trato genital inferior; Em caso de suspeita de câncer do colo do útero ou do útero; tumores dependente de progestogênio; sangramento vaginal anormal não-diagnosticado; doença hepática (do fígado) ou tumor hepático (do fígado); ou hipersensibilidade (alergia) ao levonorgestrel.

O DIU pode se deslocar dentro do útero que é um musculo e que nas menstruações pode mover e alterar sua posição e eventualmente expulsar de dentro da cavidade uterina. Por isso seu monitoramento deve ser constante. Contudo, uma vez dentro da cavidade este terá sua ação contraceptiva mantida.

Não há nenhuma relação com alteração da urina.

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